quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Senhorita

Senhoras e Senhores
É com enorme prazer que lhes apresento
Um amigo meu
sim, sim meu amigo
E ele entra com seu nome
Justin
Wowwww


De qualquer jeito
De Memphis, Tennessee
E ele tem algo especial pra vocês esta noite
Ele vai cantar uma música para todos vocês
Sobre esta garota


Posso entrar aí?


Sim, venha
Neste dia ensolarada não sabia o que eu conhecera
Uma garota linda andando rua abaixo
Vendo seus brilhantes olhos castanhos
Com lágrimas caindo (então ele disse à si mesmo)
Ela merece uma coroa
Mas onde isso está agora?
Mama, escute


Senhorita, eu sinto por você
Você lida com coisas que não devia
Ele não te ama, eu posso dizer isso pelo charme dele
Mas você deve sentir este amor verdadeiro
Se você só deitasse em meu...


Corre na minha mente
Garota, você não levia diminuir isso abaixo.
Se nós carregassemos nesse caminho, essa coisa talvez deixasse o chão
Como você quer voar?
É como minha rainha deveria andar
Mas você ainda merece uma coroa
Bem, isso não tem que ser achado?
Mama, escute...


Senhorita, eu sinto por você (sinto por você)
Você lida com coisas que não devia (não, não)
Ele não te ama, eu posso dizer isso pelo charme dele
(Ele não te ama, amor)
Mas você deve sentir este amor verdadeiro (sinta)
É só você deitar no meu...


Ah, ah, braços...
(Porque você não deita no meu)
Ah, ah, braços...
(Mama, deite no meu...)
Ah, ah, braços
(Amor, porque você não deita no meu...)
Ah, ah, braços


Quando eu olho nos seus olhos
Eu vejo algo que o dinheiro não pode comprar
E eu sei, se você nos der uma chance
Eu trabalharei duro por você, garota
E você não terá que chorar pro muito tempo...


Senhorita, eu sinto por você
Você lida com coisas, que você não devia
(Lida com coisas que você não devia)
Ele não te ama, posso dizer isso pelo seu charme (não)
Mas você poderia sentir esse amor verdadeiro (sinta)
É só você deitar no meu...


Ah, ah, braços
(Whoa)
Ah, ah, braços
(Meu amor)
Ah, ah, braços
(Oooh, é)
Ah, ah, arms


Quando eu olho nos seus olhos
Eu vejo algo que o dinhero não pode comprar
E eu sei que se você nos der uma chance
Eu trabalharei duro por você, garota
E você não chorará nunca mais


Agora escute,
Eu quero tentar algo agora mesmo,
Veja, eles não fazem isso, não mais,
Eu vou cantar algo,
E eu quero que os caras cantem comigo
Eles vão:
"Eu pareço sintir que alguém está esquentando, eu posso ir embora com você?"
E as senhoritas vão:
"Eu não sei, mas eu estou pensando sobre isso, realmente indo embora com você"
Galera, cante!
Eu pareço sintir que alguém está esquentando, eu posso ir embora com você?
E as senhoritas...
Eu não sei, mas eu estou pensando sobre isso, realmente indo embora com você
É bom, não é? Vamos lá
Eu pareço sintir que alguém está esquentando, eu posso ir embora com você?
É, senhoritas...
Eu não sei, mas eu estou pensando sobre isso, realmente indo embora com você
Me mostre o bem


Cante isso mais uma vez
Eu pareço sintir que alguém está esquentando, eu posso ir embora com você?
Senhoritas,
Eu não sei, mas eu estou pensando sobre isso, realmente indo embora com você
É, é...
Eu pareço sintir que alguém está esquentando, eu posso ir embora com você?
Senhoritas...
Eu não sei, mas eu estou pensando sobre isso, realmente indo embora com você


Senhores, boa noite... Senhoritas, bom dia.


É isso

Fiesta Remix

R. Kelly & Jay-Z featuring Boo & Gotti R. Kelly & Jay-Z com Boo & Gotti
Fiesta (Remix) Fiesta (Remix)

[Jay-Z] [Jay-Z]
After the show it's the after party and Depois do show é a festa e
After the party is the hotel lobby and Depois da festa é o lobby do hotel e
After the Belve then it's probably Cris, and Após a Belve então provavelmente é Cris, e
After the original it was probably this (Fiesta) Após o original era provavelmente isso (Fiesta)
Yes ma, Bed-Stuy, Fiesta Sim, ma Bed Stuy, Fiesta
Remix with the homie from the Mid-West Side Remix com o mano do lado do Centro-Oeste
Game recognize, game hoes do too Jogo de reconhecer, enxadas jogo não muito
It's the new two live É as duas novas ao vivo
Who I supposed you knew Quem eu supunha que você soubesse
So thugs, pop yo toasters Então bandidos, pop yo torradeiras
But don't approach us or Mas não se aproximar de nós ou
Bullets'll chase you Bullets'll persegui-lo
Like Moett Momoso Como Momoso Moett
Catch us both closer Trave-nos tanto mais
Racin twin pochus twin pochus Racin
Box us with glass that'll pop you Caixa-nos com vidro que você vai aparecer
and make you boast us e torná-lo gabar-nos
Whoever come closest - you've been warned Quem mais se aproxima - você foi avisado
But niggaz don't get the picture 'till the weapons is drawn Mas os manos não fique a imagem até o armamento é desenhado
Make ya wait backstage, baby girl it's on Faça ya espera nos bastidores, menina que está em

[Jay-Z & R. Kelly] [Jay-Z & R. Kelly]
And we'll be drinkin 'till six in the mornin E nós vamos estar bebendo até as seis da manhã

[R. Kelly] [R. Kelly]
In the back of the club with mama Na parte de trás do clube com a mamãe
Poppin bottles of Cris with mama Estourando garrafas de Cris com mamãe
Put the ? on the tab for mama Ponha o? na guia de mama
Throwin hundreds up for grabs for mama centenas Throwin em disputa para a mamãe
Cause it's about the gold out tonight Porque é sobre o ouro hoje à noite
I'ma be drinkin 'till the early biz-ide (that's right) Sou um ser bebendo até o início biz IDE (isso mesmo)
Nigga high like a muh'fucker cause I Nigga alta como uma causa muh'fucker I
Take three-hundreds just to make me really hiz-high Tome de três centenas só para me fazer realmente Hiz alta
My, my, my, my Meu, meu, meu, meu
It what they all say when they see the fo' tonight É o que todos dizem quando vêem o de hoje à noite
They say - my, my, my, my Eles dizem - meu, meu, meu, meu
Everytime they see them big things on my ? (haha) Toda vez que vejo grandes coisas no meu? (Haha)

1 - [R. Kelly] 1 - [R. Kelly]
Well y'all gotta club Bem galera do clube tem que
They ain't bookin wit arenas Não é bookin arenas sagacidade
Got'cha man sayin "Plenty have you seen her?" Got'cha homem dizendo "Muito você já viu?"
Yeah she wit me on the low gettin high offa doe Sim, ela ta comigo na baixa doe offa chapando
Get her knees on the floor Obtenha os joelhos no chão

[R. Kelly] [R. Kelly]
Fiesta - Fiesta, Fiesta Fiesta - Fiesta, Fiesta
Fiesta, Fiesta Fiesta, Fiesta
Fiesta, Fiesta Fiesta, Fiesta
Fiesta, Fiesta Fiesta, Fiesta
Fiesta, Fiesta Fiesta, Fiesta
Fiesta, Fiesta Fiesta, Fiesta
Fiesta, Fiesta Fiesta, Fiesta
Fiesta, Fiesta Fiesta, Fiesta

[R. Kelly] [R. Kelly]
Switchin lanes in Six in the 'burbs Switchin pistas em seis no subúrbio
I met a girl named Tasha in the 'burbs Eu conheci uma garota chamada Tasha no subúrbio
Took the hood then I moved into the 'burbs Tomou a capa, em seguida, mudei-me para o subúrbio
The normal Sheriff's are Police's in the 'burbs (that's right) O xerife normal são de Polícia no subúrbio (que é à direita)
Now we about the tear this club up Agora estamos prestes a rasgar o clube até
Don't worry 'bout it Não se preocupe com isso
This is cause I that show up Isso é porque eu, que aparecem
Ready to FOO! Knock 'em fresh right outta Phys. Ed. Pronto para FOO! Knock 'em direito fresco fora Phys. Ed.
I need some BOO! From all the honey's on B-Air Preciso de BOO! De todo o mel na B-Air
I said - my, my, my, my (yeah) Eu disse - meu, meu, meu, meu (yeah)
It's what them thugs yellin when them strippers on they fiz-oh É o que os bandidos a gritar quando os strippers em que Fiz-oh
They say - my, my, my, my (yeah) Eles dizem - meu, meu, meu, meu (yeah)
That Kisha yellin from the up and down ? Que gritar Kisha de cima e para baixo?

Repeat 1 Repetir 1

[R. Kelly] [R. Kelly]
Fiesta! Fiesta!

[Gotti] [Gotti]
I put the big body up Eu coloquei o grande corpo de
Come through in a Rover Vem por meio de um Rover
Not only Kelly and Gotti Não só Kelly e Gotti
It's Boo and Hova É Boo e Hova
Pop Cris if you like Pop Cris se você gosta
My ice gliss in the light Meu glissando gelo à luz
I'm wit Roclain right? Eu estou certo humor Roclain?
So I'm rich for life Então, eu sou rico para a vida
I'm like Heaven Eu sou como o Céu
Everybody wanna get to me Todo mundo quer me pegar
How you make it to the gates? Son forget the key Como você faz para as portas? Filho esquecer a chave
I'm the one God chose so you blessed to me Eu sou o único Deus escolheu para que você me abençoou
Gotti Floyd got'cha high off that Ecstacy Gotti got'cha Floyd altamente desligado, que Ecstacy

[Verse Five] [Verso Cinco]
Yeah, what, what Sim, o que, o que
Aiiyo I come through stunnin Aiiyo Venho por meio maravilhada
Plus I'm gettin blunned in the new six-hundred Além disso, eu estou ficando blunned no novo seiscentos
Wit the big rims on it Wit as jantes grandes nela
We rock rocks that are like ya shoulders Nós rocha rochas que são como ya ombros
Gotta lotta hot cars but the drops is colored (aahh) carros Gotta Lotta quente, mas as quedas é colorido (aahh)
You see V-I-P Você vê VIP
Me, Kelly, Gotti, and Hov Me, Kelly, Gotti, e Hov
Drinkin Cris like its H-2-O Drinkin Cris como seu H-2-O
All we do is spend cheese cause we love the doe Tudo o que fazemos é gastar causa do queijo que amamos a corça
Mami - roll more trees before it's time to go Mami - roll mais árvores antes do tempo para ir
C'mon.. Vamos lá ..

[R. Kelly] [R. Kelly]
If you got Cash Money then you feelin shit, and Se você tem Cash Money, então você está se sentindo uma merda, e
If you rollin on them things then you feelin shit Se você rolando sobre eles as coisas, então você está se sentindo a merda
If you drunk off in the club then you feelin shit Se você bêbado no clube, você se sente merda
If you'se a motherfuckin thug then you feelin shit Se you'se um bandido filho da puta, então você está se sentindo a merda
If you smokin on some Dro then you feelin shit, and Se você fuma alguns Dro então você está se sentindo uma merda, e
If you off the Ecstacy you got's to feel this shit Se você desligar o Ecstacy você tem de sentir esta merda
If you sippin on some Cris you got's to feel this shit, and Se você anda bebendo em algum Cris você tem de sentir esta merda, e
If you throwin up then chill, you've got to feel this shit Se você vomitando em seguida, calafrio, você tem que sentir esta merda
Fiesta.. Fiesta ..

Fiesta, Fiesta {*repeated until fade*} Fiesta, Fiesta (* repetido até desaparecer *)

Para sempre (aninha)

Baby tem algo que eu quero te perguntar, então sente-se e ouça.
Ei amada senhorita, estamos aqui para nos alegrar,lado a lado.Não bricaremos mais de casinha,
não, porque eu quero tornálo real.Entende.Para ter e manter (ummm umm)
até que a morte nos separe. Ninguém, ninguém poderá interromper os batimentos do nosso
coração, porque isso vai durar
sempre e sempre e sempre e sempre e sempre e sempre e sempre e sempre e sempre
e sempre e sempre e sempre e sempre e sempre e sempre e sempre
Agora não há ninguém aqui para falar e interromper esta cerimônia yeah baby ah
(Baby só diga) Tudo o que você precisa fazer é dizer que me ama, diga que você me ama, e
vamos andar e vamos caminhar para o altar vendo o nosso povo sorrir; flores
estão por toda parte; nada mais tem comparação, garota; você tem o tipo de amor que
faz com que um homem como eu queora sossegar numa casa com cercas
sempre e sempre e sempre e sempre e sempre e sempre e sempre e sempre e sempre
e sempre e sempre e sempre e sempre e sempre e sempre
Garota,eu estou de joelhos. O que vai ser? O que vai ser? O que vai ser?
(fale comigo) Oque vai ser? O que vai ser? O que vai ser?
(2 palavras yeah) O que vai ser? O que vai ser? Baby você e eu, baby
eu e você, baby você e eu, baby você e eu oh oh oh oh oh ohohohohohoh
sempre e sempre e sempre e sempre e sempre e sempre e sempre e sempre e sempre
e sempre e sempre e sempre e sempre e sempre e sempre e sempre
Para sempre baby, baby você e eu. Eu serei o seu homem e você será minha dama.
Vamos andar de mãos dadas, lado a lado. Eu serei o noivo perfeito, e você é a noiva perfeita.
Apenas pense nisso, baby,Pnse a respeito. Você e eu
vamos estar juntos,garota. Chuva, gelo, neve, não importa como esteja o tempo. Agora pense nisso,baby.
Pense a respeito ,garota. Nós faremos amor pela enternidade,construiremos uma família
Menina, eu estou de joelhos. Diga que se casa comigo (case-se comigo) Case-se comigo (porque eu te amo baby)
Case-se comigo (não há outro baby) Case-se comigo (para você baby) Case-se comigo
(Disse uma cerca de estacas), Case-se comigo (um cão e uma casa) Case-se comigo (cerca de doze crianças)
Você me cozinhando o café da manhã e eu levando o lixo para fora. Case-se comigo.
Case-se comigo,case-se comigo,case-se comigo...
case-se comigo, case-se comigo...

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

BERENICE


BERENICE

Autor: Edgar Allan Pöe. Tradução de Silveira de Souza




Dicebant mihi sodales, si sepulchrum amicae

visitarem, curas meas aliquantulum fore levatas.(1)

— Ebn Zaiat

O infortúnio é múltiplo. A infelicidade na terra tem muitas formas. Dominando o amplo e curvo horizonte, seus matizes são vários como os vários matizes de cores do arco-íris – e igualmente distintos, ainda que numa gradação toda particular. Dominando o amplo horizonte como o arco-íris! Por que fui derivar da beleza algo tão atroz? Da promessa de paz tal símile de tristeza? Mas se, na Ética, o mal é uma conseqüência do bem, então, de fato, a tristeza se origina da alegria. Assim como a memória da felicidade passada é a angústia de hoje, ou os tormentos atuais são frutos dos êxtases que uma vez existiram.

Meu nome de batismo é Egeu; não mencionarei o de família. No entanto, não há na região torreões mais notórios e antigos do que aqueles que abrigam as minhas lúgubres e cinzentas salas hereditárias. Nossa linhagem tem sido chamada de uma estirpe de visionários; e, em muitas particularidades extravagantes – no caráter da mansão familiar – nos afrescos do salão principal – na tapeçaria dos dormitórios – nos cinzelados de alguns botaréus na sala de armas – mas em especial na galeria de pinturas antigas – no estilo da biblioteca – e, por último, na peculiar natureza de conteúdo dos volumes dessa biblioteca, encontram-se evidências mais que suficientes para justificar tal denominação..

As lembranças de minha infância estão ligadas à biblioteca e os seus volumes - mas destes últimos não falarei nada. Ali morreu minha mãe. Ali eu nasci. Mas seria mera frivolidade dizer que eu não havia vivido antes - que a alma não tem existência prévia. Você não acredita? – Não vamos discutir o assunto.Convencido eu próprio, não busco convencer ninguém. Há, contudo, uma lembrança de formas aéreas – de olhos espirituais e significativos – de sons melodiosos ainda que tristes – uma lembrança que não será excluída; memória como uma sombra, vaga, variável, indefinida, inconstante; e como uma sombra, também, dada a impossibilidade de livrar-me dela enquanto existir a luz de minha razão.

Nasci nessa sala. Assim, acordando da longa noite do que parecia, mas não era, o nada, enveredei-me em seguida, repentinamente, nas próprias regiões da terra das fadas – num palácio de imaginação - num selvagem domínio de pensamento e erudição monásticos. Não admira que olhasse ao redor com olhar ardente e assustado – que desperdiçasse minha infância em leituras e dissipasse minha juventude em devaneios; mas o curioso é que os anos rolaram e a plena maturidade encontrou-me ainda na mansão de meus pais. É espantoso como a estagnação tenha caído sobre as fontes de minha vida – espantoso como uma total inversão tenha se apossado da natureza de meus pensamentos mais comuns. As realidades do mundo me afetavam como visões, somente como visões, enquanto as selvagens idéias da terra dos sonhos tornaram-se, por sua vez – não o material de minha vida diária – mas de fato a minha total e única existência.

***

Berenice e eu éramos primos e crescemos juntos na minha mansão paterna. Entretanto crescíamos de modo diferente – eu, com problemas de saúde, afundado em tristezas – ela, ágil, graciosa, transbordante de energia. Para ela, os passeios pelas encostas da colina. Para mim, os estudos em clausura. – Eu, vivendo concentrado nos meus sentimentos, corpo e alma entregues à mais intensa e penosa meditação. – Ela, vagueando pela vida, despreocupada, sem pensar nas sombras do caminho, ou no vôo das horas, tão silencioso como as asas de um corvo. Berenice! – invoco o seu nome – Berenice! – e das cinzentas ruínas da memória mil lembranças em tumulto se agitam ante esse som. Ah! Vívida é agora a sua imagem em minha mente, tal como nos dias antigos de despreocupação e alegria! Oh, esplêndida e, no entanto fantástica beleza! Oh, sílfide entre os arbustos de Arnheim! Oh, náiade em suas fontes! E então – então tudo é terror e mistério, e uma estória que não deveria ser contada. Uma doença – uma doença fatal – caiu como o simum sobre seu corpo, e, mesmo nos instantes em que a contemplava, o espírito de mudança ia abatendo-se sobre ela, invadindolhe a mente, os hábitos, o caráter, e, de um modo ainda mais terrível e sutil, perturbando-lhe a própria personalidade! Ai, o destruidor veio e foi embora, e a vítima – onde estava ela? Eu não mais a conhecia – ou não a conhecia mais como Berenice.

Entre o numeroso séqüito de males entrelaçados àquele primeiro e funesto, que efetuou uma revolução de espécie tão horrível na natureza moral e física de minha prima, pode ser mencionado entre os mais aflitivos e obstinados uma espécie de epilepsia que não raro se transfigurava em catalepsia – catalepsia que se assemelhava a um estado bem próximo da morte real e do qual ela retornava, na maioria das vezes, de forma alarmantemente abrupta. Enquanto isso minha própria enfermidade – disseram-me que não havia mais chance de curá-la – minha própria enfermidade, então, cresceu rapidamente e assumiu por fim um caráter monomaníaco, de uma modalidade nova e extraordinária – revigorando a cada hora, a todo instante – finalmente obtendo sobre mim o mais incompreensível domínio. Essa monomania, se devo assim chamá-la, fundava-se numa irritabilidade mórbida daquelas propriedades da mente referidas, na ciência metafísica, como “faculdade da atenção”. É mais que provável que eu não esteja sendo compreendido; mas receio, na verdade, não existir nenhum modo possível de transmitir à quase generalidade dos leitores uma idéia adequada dessa nervosa exacerbação de interesse com que, no meu caso, os poderes de meditação (para evitar termos técnicos) se ocupavam e absorviam na contemplação dos objetos, mesmo os mais comuns do universo.

Refletir infatigavelmente durante horas, com a mente concentrada em alguma frívola ilustração à margem da página de um livro ou na tipologia desse livro – entregarme absorto à contemplação de uma curiosa sombra a cair oblíqua sobre o tapete, ou sobre o chão – perder uma noite inteira a observar a chama invariável de uma lâmpada, ou as brasas de uma lareira – devanear durante dias sobre o perfume de uma flor – repetir monotonamente alguma palavra banal, até que o som, devido à freqüente repetição, impedisse a transmissão de qualquer idéia ao espírito – perder completamente a sensação de movimento ou de existência física, perseverando obstinadamente e por longo tempo num estado de absoluta imobilidade corporal – tais eram algumas das mais comuns e menos perniciosas extravagâncias induzidas por uma condição das faculdades mentais que, na verdade, não eram ao todo sem paralelos, mas por certo ofereciam um desafio para algo como análise ou interpretação.

Vamos, entretanto evitar mal-entendidos. A excessiva, grave e mórbida atenção, assim excitada por objetos absolutamente frívolos, não deve ser confundida em sua natureza com a tendência à meditação comum a todos os seres humanos, a que se entregam, em especial, as pessoas de imaginação ardente. Nem mesmo era, como a princípio se poderia supor, uma condição extrema, exagerada, dessa tendência, mas uma situação fundamental e nitidamente diversa. Naquele caso, o sonhador, ou cismático, ao interessar-se por um objeto usualmente não-trivial, imperceptivelmente vai perdendo de vista esse objeto, enredando-se num emaranhado de deduções e sugestões resultantes daí, até que, ao final de um dia não raro pleno de voluptuosidade, desaparece o incitamentum ou causa primeira de seus devaneios, inteiramente afundado no esquecimento. No meu caso, o objeto inicial é invariavelmente trivial, embora vá assumindo, por intermédio de minha visão doentia, uma importância irreal e refratária. Raramente eram feitas inferências e as poucas realizadas retornavam, por assim dizer, de maneira pertinaz, ao objeto original, como a um centro. As meditações nunca eram agradáveis; e, ao final do devaneio, a causa primeira, longe de estar fora da visão, alcançava aquele interesse exagerado, sobrenatural, que era o traço predominante da doença. Em síntese, as faculdades do espírito mais particularmente exercidas eram, em mim, como já o disse antes, as da atenção, assim como, para o sonhador comum, são as especulativas.

Os meus livros, à época, se de fato não contribuíam para excitar a perturbação, participavam largamente, como pode ser percebido, dada a sua natureza imaginosa e inconseqüente, das qualidades características da perturbarão mesma. Lembro-me bem, entre outros, do tratado do nobre italiano Coelius Secundus Curio De amplitudine beati regni Dei – da grande obra de Santo Agostinho, A Cidade de Deus – do De Carne Christi, de Tertuliano, no qual as sentenças paradoxais “Mortius est Dei filius; credibile est quia ineptum est: et sepultus resurrexit; certum est quia impossible est” (2), ocuparam todo o meu tempo por muitas semanas de laboriosa e frutífera pesquisa.

Assim pareceria que, deslocada da posição de equilíbrio somente por coisas banais, minha razão mostrasse semelhança com aquele penhasco no oceano mencionado por Ptolomeu Hephestion, o qual, resistindo com firmeza aos ataques da violência dos humanos, como à impetuosa fúria das águas e dos ventos, tremia apenas sob o toque da flor conhecida pelo nome de asfódelo. E embora, a um pensador distraído, pudesse aparentar um evento fora de qualquer dúvida que a terrível transformação provocada pela infeliz enfermidade na condição moral de Berenice produzia em mim motivos para o exercício daquela intensa e mórbida meditação, cuja natureza ainda tenho algumas dificuldades para explicar, esse entretanto não era o caso, em absoluto. Nos intervalos de lucidez da minha doença, a desgraça dela na verdade me causava sofrimento, e, sentindo profundamente a completa decadência da sua beleza e de sua meiga vida, nunca deixei de ponderar com amargura no modo impressionante pelo qual, repentinamente, tão estranha reversão se tivesse abatido sobre ela. Essas reflexões, porém, não faziam parte da idiossincrasia do meu mal; eram como as que ocorriam, em circunstâncias semelhantes, à maioria das pessoas. Fiel a seu próprio caráter, minha doença revelava interesse nas menos importantes e, no entanto, mais surpreendentes mudanças na estrutura física de Berenice, bem como na singular e imensamente aterradora distorção de sua personalidade.

Durante os dias mais esplendorosos de sua beleza sem paralelos, era mais do que certo que eu nunca a amara. Na estranha anomalia de minha existência, os sentimentos, comigo, jamais provinham do coração e as paixões nasciam sempre da mente. Pelas cinzentas madrugadas – em meio às sombras entrelaçadas das florestas, ao meiodia – e no silêncio de minha biblioteca, à noite, ela passava esvoaçante diante de meus olhos, e eu a via – não como a Berenice, ser vivo e respirante, mas como a Berenice de um sonho – não como um ser terrestre – de carne e osso – mas como uma abstração desse ser – não como algo que se pudesse admirar, mas analisar – não como um objeto de amor, mas como um tema para as mais abstrusas e desconexas especulações. E agora – agora eu estremecia na presença dela, empalidecia à sua aproximação. Entretanto, mesmo lamentando amargamente sua condição decadente e desoladora, eu lembrava que ela havia me amado por longo tempo e que, certa ocasião, num impulso irrefletido, eu lhe havia pedido em casamento.

E agora estava por fim se aproximando a data de nossas núpcias quando, numa tarde hibernal, um desses dias intempestivamente quentes, calmos e brumosos, que se assemelham à “ama-de-leite da bela Alcíone” (3), eu sentei no gabinete interno da biblioteca e pensei estar sozinho. Mas, ao levantar os olhos, vi Berenice em pé a minha frente.

Foi a minha imaginação excitada - ou uma indistinta influência da atmosfera – ou o impreciso crepúsculo do aposento – ou as vestes cinzentas que lhe caíam folgadas sobre o corpo – a causa daquela aparição de contorno tão vago e espectral? Não saberia dizê-lo. Ela não mencionou uma única palavra, e eu – tornei-me incapaz de pronunciar sequer uma sílaba. Gélido calafrio percorreu-me o corpo; oprimia-me uma sensação de angústia insuportável e uma curiosidade irrefreável, dilacerante, passou a invadir o meu espírito. Sentei-me de volta na cadeira, permaneci alguns segundos sem respirar, imóvel, com os olhos pregados naquela figura. Ai! sua magreza era excessiva e nenhum vestígio existia mais daquele ser de outrora. Meus olhos ardentes examinaram então minuciosamente o seu rosto. A fronte era alta, muito pálida, singularmente serena, parcialmente coberta por uma mecha de cabelos que em outros tempos foram negros como o azeviche, e que sombreavam as têmporas encovadas com anéis agora de um amarelo vivo e contrastavam, pelo seu caráter fantástico, com a melancolia dominante em seu rosto. Os olhos eram sem vida, apagados, parecendo sem pupilas e eu desviei involuntariamente a atenção de seu olhar vítreo para me deter na contemplação de seus lábios delgados e contraídos. Eles se entreabriram: e num sorriso de especial significado, os dentes da transformada Berenice mostraram-se, lentamente, à minha visão. Quisera Deus que eu nunca os tivesse visto, ou, ao fazê-lo, houvesse morrido!

***

O bater de uma porta que se fechava perturbou-me a atenção e, ao levantar os olhos, percebi que minha prima não estava mais no aposento. Mas do desordenado aposento de meu cérebro, ai de mim!. nada havia saído; ali ficara o lívido e assustador espectro daqueles dentes. Nem a mínima mancha se via em sua superfície – nem um matiz no esmalte – nem a mais leve reentrância na regularidade de suas pontas – nada, a não ser o que os breves instantes de seu sorriso haviam impresso na minha memória. Eu os via agora mais nítidos do que os vira então. Os dentes! Os dentes! – Eles estavam aqui e ali, em qualquer lugar, e visíveis, e palpáveis diante de mim; longos, estreitos, excessivamente brancos, com os lábios pálidos retorcendose sobre eles, como no exato e terrível momento em que apareceram pela primeira vez. Então veio a fúria total de minha monomania, e lutei em vão contra sua estranha e irresistível influência. Ante a multiplicidade de objetos do mundo exterior, o meu pensamento não se ligava a outra coisa a não ser aqueles dentes. Eu os desejava com uma ânsia frenética. Todos os outros assuntos, todos os diversos interesses se absorveram naquela única contemplação. Eles – apenas eles se apresentavam ao olho do espírito, e eles, na sua solitária individualidade, passaram a ser a essência de minha vida mental. Eu os examinava sob todas as luzes. Revolvia-os em todos os aspectos. Investigava suas características e demorava-me a estudar todas as peculiaridades. Media a sua forma. Refletia sobre as alterações de sua natureza. Estremecia ao atribuir a eles, na imaginação, um poder sensível, senciente, e mesmo quando fazia abstração dos lábios, conferia a eles uma capacidade de expressão moral. Foi dito acertadamente de Mademoiselle Sallé que tous ses pas etaient des sentiments e, de Berenice, eu acreditava com a maior seriedade que todos os seus dentes eram idéias. Des idées! – ah, estava aqui o pensamento idiota que me destruiu. Des idées! – ah, por isso eu os cobicei tão loucamente! Pressentia que só a posse deles poderia restituir a minha paz, devolvendo-me a razão. E assim fechou-se a noite ao meu redor – e então vieram as trevas, que se demoraram, foram embora – e amanheceu de novo – e as névoas de uma segunda noite reuniam-se agora em torno – e eu continuava ainda sentado imóvel naquele aposento solitário; ainda mergulhado em meditação; e a fantasmagoria dos dentes mantinha ainda a sua terrível ascendência sobre mim, como se flutuasse, com a mais viva e hedionda nitidez, entre as luzes e sombras mutáveis do quarto. Por fim, um grito de horror e desalento partiu os meus sonhos; e, em seguida, após uma pausa, escutei o som de vozes assustadas, entremeadas de lamentos de tristeza, ou de dor. Levantei-me do assento e, escancarando uma das portas da biblioteca, vi na antecâmara, em pé, uma criada que, em pranto, disse-me que Berenice – não existia mais. Tivera um ataque de epilepsia pela manhã, e agora, ao cair da noite, a cova estava pronta para a sua ocupante e já se haviam completadas as preparações para o enterro. Com o coração pesaroso, ainda que relutante e oprimido pelo medo, dirigi-me para o quarto de dormir da falecida. Era um quarto grande, muito escuro e a cada passo dado naquele sombrio interior defrontava-me com aprestos do enterro. Os cortinados do leito, assim me disse um criado, recobriam o caixão, e neste, sussurrou-me ele, se achava tudo o que restou de Berenice. Teria alguém me perguntado se eu não queria olhar o corpo? Não vi ninguém mexer os lábios, entretanto a pergunta havia sido feita e o eco das sílabas ainda ressoava no quarto. Era impossível recusar e com uma sensação de asfixia avancei vagarosamente na direção do leito. Ergui de leve as negras dobras dos cortinados. Ao largá-las, elas caíram sobre meus ombros e, ocultando-me assim dos vivos, envolveram-me numa estrita comunhão com o cadáver. A atmosfera se impregnara inteiramente do odor da morte. O cheiro peculiar do caixão me fazia mal e cheguei a supor que emanações deletérias já exalavam do corpo. Teria dado mundos para fugir dali – voar para longe da influência perniciosa daquele ambiente mortuário – respirar uma vez mais o ar puro dos céus eternos. Entretanto não tinha mais forças para mover-me – meus joelhos tremiam – e eu fiquei plantado ali, a olhar fixamente aquele corpo rígido que jazia estendido no escuro caixão aberto. Deus do céu! – seria possível? Seria o meu cérebro que desvairava – ou teria sido na verdade o dedo da morta que se mexera na mortalha que a envolvia? Gelado por indizível pavor lentamente dirigi o olhar para o rosto do cadáver. Haviam-lhe amarrado um lenço ao redor do queixo, mas, não sei como, ele se desprendera. Os lábios lívidos estavam retorcidos numa espécie de sorriso, e, através dessa lúgubre moldura, uma vez mais cintilaram diante de mim, como palpável realidade, os dentes de Berenice, brancos, nítidos, funéreos. Afastei-me dali em convulsão, sem dizer uma só palavra, precipitando-me como um louco para fora daquele lugar de morte, horror e mistério.

***

Encontrei-me outra vez na biblioteca e de novo sentado ali sozinho.Parecia acordar novamente de um sonho confuso e excitante. Eu sabia que já era meia-noite e também que Berenice acha-se enterrada desde o pôr do sol. Mas do atroz período intermediário eu não tinha uma lembrança positiva, ou pelo menos uma compreensão definida. No entanto a vaga memória disto estava impregnada de horror – horror mais horrível por ser vago, e terror mais terrível pela ambigüidade. Era uma página assombrosa no registro de minha existência, escrita completamente com indistintas, e horrendas e ininteligíveis recordações. Eu me esforçava por decifrá-la, mas em vão – enquanto, de vez em quando, como o espírito de um som esquecido, o lancinante e estridente grito de uma voz de mulher parecia retinir em meus ouvidos. Eu havia cometido alguma ação – mal qual era? E os ecos do aposento repetiam “o que era”?

Sobre a mesa ao meu lado ardia uma lâmpada, e perto dela achava-se uma pequena caixa de ébano.Não havia nenhuma característica notável nessa caixa e já a tinha visto antes muitas vezes, pois pertencia ao médico da família. Mas como ela viera parar ali sobre a minha mesa, e por que eu estremecia ao vê-la? Essas coisas de modo algum eram dignas de importância, e meus olhos finalmente pousaram sobre as páginas abertas de um livro, e sobre as sentenças que nelas se salientavam. Sentenças de palavras estranhas, mas simples, do poeta Ebn Zaiat: Dicebant mihi sodales, si sepulchrum amicae visitarem, curas meas aliquantulum fore levatas. Por que afinal, enquanto eu me concentrava na leitura, os meus cabelos se eriçaram até as pontas e o sangue de meu corpo congelou-se nas veias?

Alguém bateu de leve à porta da biblioteca, e, pálido como o habitante de um túmulo, um criado entrou na ponta dos pés. Seu olhar mostrava-se desvairado pelo terror e ele me falou numa voz trêmula, áspera e muito baixa. Que dizia ele? – ouvi algumas frases truncadas. Falou de um grito lancinante que perturbara o silêncio da noite – da reunião das pessoas da casa – das buscas na direção do som – e daí o tom de sua voz pareceu crescer, vibrante e distinto, quando ele me sussurrou a respeito de um túmulo violado – de um corpo desfigurado deixado à margem da cova com a sua mortalha, e, no entanto, ainda respirando, ainda palpitante, ainda vivo!

Apontou para minhas roupas – estavam enlameadas, sujas de sangue coagulado. Eu não falei nada e ele segurou-me as mãos com cuidado – elas estavam marcadas com arranhões de unhas humanas. Dirigiu minha atenção para um certo objeto encostado à parede – olhei-o por alguns instantes – era uma pá. Com um grito saltei para a mesa e agarrei a caixa de ébano que estava ali. Mas não consegui abri-la; escorregou de minhas mãos trêmulas e caiu pesadamente sobre o chão, fazendo-se em pedaços. Dela, com um som chocalhante, rolaram alguns instrumentos de cirurgia dentária, misturados a trinta e duas pequenas peças, brancas, parecendo de marfim, que se espalharam pelo assoalho.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Sempre TE amarei e sempre vou te amar (aninha)

Hoje, ao ouvir aquela melodia,
o meu coração sorriu,
E um forte tremor,
Todo o meu corpo sentiu.

LUA brilhando no céu,
lançando seu luar,
iluminando-te o véu,
chamando para te amar.

De frente para o mar azul,
Teus cabelos soltos ao vento,
qual fada madrinha,
enfeitiçando-me com um lamento.

Iluminado com este amor,
adivinhei-te ao meu lado,
e com o teu calor,
me senti adorado.

Então pude saborear,
o sabor dos teus beijos,
pondo o meu coração,
em doidos arquejos.

Entreguei-me por completo,
a ti me rendi,
E confesso com o coração repleto,
Que para todo o sempre te amarei.

quero esta com vc pra sempre (aninha) te amo muito...


Com você eu enfrento todas as dificuldades
Que possam aparecer:
Pois ao teu lado, me sinto completa.
Somos fortes, somos cumplicidade.
E para a felicidade
E o prazer
Sempre deixarei as portas abertas.
E você ao meu lado representa felicidade
Você me acalma
Você já conhece minha alma
E já sabe das minhas vontades.
Sabe que eu desejo viver ao teu lado
E esse sentimento inesperado
Que invadiu todo meu ser
Também faz parte do seu querer.
Por isso não tenho medo.
Entre nós não há segredo.
Estamos nos abrindo
Sentimentos nos cobrindo.
Paixão invadindo...
Amor surgindo.
Vamos fazer da nossa história
Uma história baseada na confiança.
Amor e glória
Cheios de esperanças.
Vamos ser pacientes
Cada passo por vez.
Pois quero você
Eternamente.

Namorada (aninha)


Oh! minha doce namorada,
Por quem eu me apaixonei.
Voce é a mais amada,
Tu és, tudo o que eu sonhei.

Eu te amo como um louco
E te quero como minha mulher.
Conquistaste-me pouco a pouco,
Hoje sou eu, quem mais lhe quer.

Oh! minha linda namorada,
Eu hei de fazer-te bem feliz,
Pois eu sempre amor, lhe quiz.

Meu doce encanto, minha amada,
Que conquistou o meu coração,
Tu és ternura e a minha única paixão...

Can't Leave 'Em Alone (Ciara feat. 50 Cent) (Tradução)

[Intro]
50 Cent, Ciara
Eu estou ligado cara
(Darkchild)
Você devia saber, cara


[50 Cent]
Sim, uma dose de mim e você fica no vício
Vai adorar me conhecer, eu cuido do meu negócio
Qualquer cidade qualquer município, golpe baixo faço minha parada
Sou um traficante baby, Eu forneço de qualquer meio
Eu sou um ótimo conversador
Você deve saber o que eu quero dizer
Quando você me olha baby
Você me vê de outro jeito
Fora do gueto, fora do cinema
For a do Bently que tenho
Fora da dor de cabeça e do estresse
Você esqueceu disso antes


[Verse 1] [Ciara]
Só faz três meses
E eu já me viciei
Tão bacana que eu continuo voltando
Minhas amigas me dizem que eu não sei como agir
Mas eu digo "me poupem, relaxem!”
Ele é tão bom e ele sabe me amar
Mas tão do gueto e durão nas ruas
Mas ele é o meu cara e é melhor se acostumar
E não me importo com o que digam de mim
Eles dizem


[Pre-chorus]
Que ele faz com os melhores, não manda tão bem
Cicatrizes no peito (uh huh)
Eu gosto (E daí)
Eu gosto
E eles dizem (que ele vai me magoar)
Espere e verá (mas eles não sabem nada de mim)
Porque eu sou o que ele quer, sua garota e eu adoro


[Chorus]
Eu não posso abandoná-lo
Eu joguei o jogo dele
Mas a droga desse garoto continua me excitando
E ele sabe o que eu quero
Demais, eu adoro, eu não posso abandoná-lo
Eu não posso abandoná-lo
Eu joguei o jogo dele
Mas a droga desse garoto continua me excitando
E ele sabe o que eu quero
Demais, eu adoro, eu não posso abandoná-lo


[Verse 2]
Quando eu tinha um cara bonzinho
Ele não era o suficiente para mim
Tentava ser durão
Mas isso ele nunca ia ser
Sempre me dizia que ninguém
Comparava-se comigo
Mas isso não me importava quando outros me olhavam
Agora aqueles tempos passaram
E todos podiam me olhar
De Atlanta subindo até Beverly
Ele é tão demais que sabe como me carregar
Primeira classe
Quando eles falam a gente nem liga
Pro que eles dizem


[Pre-chorus]
Que ele faz com os melhores, não manda tão bem
Cicatrizes no peito (uh huh)
Eu gosto (E daí)
Eu gosto
E eles dizem (que ele vai me magoar)
Espere e verá (mas eles não sabem nada de mim)
Porque eu sou o que ele quer, sua garota e eu adoro


[Chorus]
Eu não posso abandoná-lo
Eu joguei o jogo dele
Mas a droga desse garoto continua me excitando
E ele sabe o que eu quero
Demais, eu adoro, eu não posso abandoná-lo
Eu não posso abandoná-lo
Eu joguei o jogo dele
Mas a droga desse garoto continua me excitando
E ele sabe o que eu quero
Demais, eu adoro, eu não posso abandoná-lo

[50 Cent]
Quanto mais eu ganho maior a minha ambição diz que não há mais
Eu moveria toda a Atlanta por essa garota, Eu vou continuar sendo esse cara
Então eu enlouqueço (e preparo), relaxo (me ajeito)
Seus amigos tentam te confundir, mas você sabe que
Minhas intenções são boas, não posso evitar, sou do gueto
E não mudaria mesmo que pudesse, você não deveria me dizer eu precisaria
Baby você deve me aceitar como eu sou
E ser feliz sendo minha garota, porque sou feliz sendo seu homem


[Bridge] [Ciara]
Eu ouço você me chamar
Só precisa uma chamada
Eu vou correndo, garoto eu prometo
Eu vou estar com você
Todo o meu coração, pertence a você
Não posso te perder
Eu simplesmente não posso te abandonar


[Chorus] [2x]
Eu não posso abandoná-lo
Eu joguei o jogo dele
Mas a droga desse garoto continua me excitando
E ele sabe o que eu quero
Demais, eu adoro, eu não posso abandoná-lo
Eu não posso abandoná-lo
Eu joguei o jogo dele
Mas a droga desse garoto continua me excitando
E ele sabe o que eu quero
Demais, eu adoro, eu não posso abandoná-lo

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Para você meu amor ( aninha)


Saiba,
Te amo,
Por toda a vida.
Sem saber o que me faz,ser seu servo.

Saiba,
Te amo sem recusas,
Se quiser saber por que,tão grande o meu querer,
Pare agora,seja a minha ,juventude.

Por tudo te amo minha vida,
O que eu posso fazer se não ser eu.
Saiba te amo por ser você,
Que me fará viver,que te farei sentir,
Toda a nossa,
Somente nossa,
Felicidade.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Eu Te amo! (aninha)

Eu Te amo! Isso eu sei de maneira absoluta, só não sei o porquê,
mas sinto que vem de longe essa louca paixão, não sei o que será do amanhã,

mas também não importa. Te Amo como amigo, companheiro e amante
esse amor me conforta e para mim é só isso que importa.

Quero lhe Mostrar um Amor Sincero (lucas&aninha)



Dizem que recordar é viver então devo lhe dizer meu amor
que nessa fase em que me encontro agora, estou vivendo intensamente
não tem coisa melhor do que certeza que tem um homem fantástico ao meu lado.

Você é vida, você é prazer , passamos tantos momentos maravilhosos juntos
que nos instantes em que estou sozinha me perco viajando e lembrando
o nosso romance e nossas horas de puro amor.

Talvez você seja pego de surpresa com essa mensagem,
mas amor é isso é abrir o coração e colocar para fora tudo o que está sentindo,
pois, quero lhe mostrar um amor sincero e verdadeiro.

Te Amo muito !

Sinta o Quanto me Faz Bem (aninha) te amo muito ..

Às vezes fico parada em um canto qualquer lembrando dos nossos belos momentos, me pego perdida em pensamentos onde você sempre é presença constante. Minha vida ao seu lado tem sido um verdadeiro prazer de viver, é verdade, pois, com você em minha companhia me sinto mais forte, cheia de energia para buscar meus ideais e realizar os meus objetivos. Por isso, quando estamos distantes não resisto em cair nas lembranças do seu carinho, do seu abraço meigo e do teu beijo ardente. Através dessa mensagem quero que sinta o quanto me faz bem, você é muito importante em minha vida. Te adoro muito !

(aninha) vc é a razão do meu viver

Pensar em você é algo que preenche um grande e preciso espaço
do meu tempo. Recordando os momentos que passamos todos os instantes
de convivência, todo afeto, todas as carências e carinho repartido.

Lembrar de você é fácil, pois só tenho lembranças da felicidade que partilhamos
e do quanto você significa para mim. Lembro-me de cada palavra, de cada gesto,
das pequenas brigas, de todos os carinhos que sempre vêem depois.

Essas recordações são mais especiais, pois ao recordá-las eu lembro tudo
que você é. Seu olhar, seu sorriso, de como você fala com o coração
e de tudo que é importante para nós.

(Aninha) Te amo, ontem, hoje, amanhã e sempre.

O amor é como a luz, quanto mais forte mais clareia.
Iluminando vidas, descortinando sonhos, desvairando o irreal.

O amor quer sempre ver feliz, querendo adivinha o momento seguinte,
a cada instante apenas num repente. Esse amor que nasceu em meu coração
inspirado num ser maravilhoso que é você e está sempre em festa,
festa dos sonhos realizados, das esperanças concretizadas.

Festa de cores, luzes e som, festa que traduz a felicidade.
Felicidade que dividimos e partilhamos felicidades por ver-te feliz. Feliz
no amadurecer de tudo em você, em nós refletidos no que somos.

Dou-te minha vida para que sua vida seja em vida a mais feliz de todas,
em todos os momentos e instantes de nossa constante existência.

Te amo, ontem, hoje, amanhã e sempre.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Sem Você ao meu lado(aninha) minha vida seria uma droga!!!


Se aquela estrela é sua
O céu inteiro é meu.
As ondas do mar gritam o teu nome
A lua devolve seu encanto.
As letras da canção não teriam valor
Sem seu existir,
Se a cada amanhecer
Seu sorriso vibrasse,
O resto do dia seria mágico.
Sem você meu sorriso é inventado,
Minha felicidade sonhada.
Com você
Meu sorriso verdadeiro
Minha felicidade abençoada.
O tempo passa
A chuva cai,
E O Meu Coração
Só sabe chamar
Por Você!!!

Por Você (aninha)


Por você
Eu atravessaria oceanos
Gritaria aos quatro cantos do mundo
Que EU TE AMO!!!
Por você
Ficaria numa tempestade
Até que acabasse.
Por você
Abriria mão dos prazeres
E viveria só pra te amar.
Por você
Ignoraria a razão,
E me entregaria sem medo.
Por você
Eu daria meu último suspiro
Daria minha própria vida,
Abriria mão de meus sonhos.
Por você
Eu faria tudo
Menos te trazer de volta...
A lei da vida não permite
Tirar do céu uma linda estrela...
Só permite admirá-la,
Sem desejá-la.
Mas por você
Busco a felicidade,
E guardo no fundo do coração
As boas recordações.
Faço tudo perfeito,
Para um dia
Estrela também ser...
POR VOCÊ!!!

Lindo Sorriso



Olhos mergulhados nas estrelas.
Corações unidos.
Desejos vividos.
Noite abençoada,
De um amor
Descoberto pela vida,
Apresentado pelo destino
Homenageado pela felicidade,
Presente em um sorriso...
Sorriso radiante
Que enfeitiça o coração
E encanta o amor,
Sorriso inocente.
Lindo Sorriso,
Resumo de milhões de palavras
Em um simples gesto sincero.
Gesto cativante
Que tem um enorme valor.
Lindo Sorriso,
Que transparece a felicidade
E a sinceridade de amar.
Lindo Sorriso,
Dono do tempo
Inimigo da Solidão.
Lindo Sorriso,
Mestre do amor...
Seja meu
Lindo Sorriso,
SOMENTE MEU...

Eu e Você (lucas&aninha) amor mais puro é verdadeiro...



Eu e Você
E nada mais,
Nem mais um sinal
Nem mais perguntas.
Eu e Você
Basta para se sentir feliz.
O mundo inteiro
Poderia parar e aplaudir Eu e Você,
Pois dançamos muito bem,
Não erramos nem um passo
Que a vida nos ensinou,
E que o amor aprovou.
Nada mais importa,
Basta Eu e Você
Para se escrever uma história,
Para saber o porquê
De tanta alegria.
Eu e você
E tudo fica perfeito
Tudo fica completo.
As notas da canção ficam
Fácieis para se aprender,
Para se tocar em um instrumento
Chamado coração.
Tudo é lindo e maravilhoso
Quando se diz:
Eu e Você!!!

Quando Estou Com Você... (aninha)


QUANDO ESTOU COM VOCÊ
OS MINUTOS PASSAM
E OS SEGUNDOS VOAM.
QUANDO ESTOU À SUA ESPERA
OS MINUTOS COCHILAM,
E OS SEGUNDOS
ADORMECEM PROFUNDAMENTE...

Dois Corações (Lucas & Aninha) amor que se renova


Encontrei minha paz no teu sorriso
Minha força no teu existir.
São dois corações
Num mesmo destino,
Num mesmo segredo...
São dois corações numa mesma vida,
Que se encaixam perfeitamente,
E dependem um do outro.
Apenas um coração seria solidão,
Seria um céu nublado sem estrelas,
Seria um espetáculo sem público,
Um coração sem sentimentos...
A alma se identifica,
Quando há uma história de Dois Corações.
As estrelas renascem
E o espetáculo é aplaudido de pé.
A força de Dois Corações
É imensa,
Ultrapassa o tempo
E navega com a
Felicidade!!!

Meu Grande Amor (aninha)


Eu me acostumei a sonhar
E jamais deixei de acreditar
Que meu destino era te amar.
Não te esperei,
Mas meu coração
Já sabia dos truques da vida,
Ele junto do destino uniu forças
E fez com que nossos olhares se cruzassem...
E de um momento
Nascesse um grande amor.
Amor que acelera o coração
E alimenta a alma.
Momentos que já estavam escritos,
E que nenhum mortal
Seria capaz de mudar.
Um amor que podem anos se passar,
Mas ele jamais vai deixar de existir.
As palavras poderiam denunciar
Que não existe mais amor,
Mas o coração não iria aceitar,
Iria ignorar as palavras e sofrer.
Encontrei
Meu Grande Amor,
Um encontro que mudou a minha vida,
Que me ensinou
O que é
Realmente Amar!!!

Dia dos Namorados (aninha) te amo muito

Todo dia em qualquer lugar eu te encontro
Mesmo sem estar
O amor da gente é pra reparar

Os recados que quem ama dá
Hoje é o Dia dos Namorados
Dos perdidos
E dos achados

Se o planeta só quer rodar
Nesse eixo que a gente está
O amor da gente é pra se guardar
Com cuidado pra ele não quebrar
Hoje é o Dia dos Namorados

Todo mundo planeja amar
Banho quente ou tempestade no ar
O amor da gente é pra temperar

As coisas que a natureza dá
Diz que a era é pra sonhar
Que na terra é só simplificar
O amor da gente é pra continuar
E a nossa força não vai parar

O amor da gente é pra continuar
E a nossa fonte não vai secar
Porque o amor da gente vai continuar

Não Vou Te Esquecer (aninha)

Sei que tudo nasceu
De uma forma que a gente
Nunca pensou
Nem imaginou
Mas quando eu te olhei
Tudo em volta parou
Eu não mais achei
Eu acreditei, eu acreditei
No amor

Eu pedi a Deus
Pra ter você perto de mim
Nunca eu pensei amor
Que era tão gostoso assim

Amar alguém
Como eu te amei, eu me entreguei
Tudo que sonhei
Uma troca de olhar
Sonhos de um verão
E a certeza que eu
Não vou te esquecer, não vou te esquecer, amor

Só Hoje

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Hoje eu preciso te encontrar de qualquer jeito
Nem que seja só pra te levar pra casa
Depois de um dia normal
Olhar teus olhos de promessas fáceis
E te beijar a boca de um jeito que te faça rir

Hoje eu preciso te abraçar
Sentir teu cheiro de roupa limpa
Pra esquecer os meus anseios e dormir em paz

Hoje eu preciso ouvir qualquer palavra tua
Qualquer frase exagerada que me faça sentir alegria
Em estar vivo

Hoje eu preciso tomar um café, ouvindo você suspirar
Me dizendo que eu sou causador da tua insônia
Que eu faço tudo errado sempre

Hoje preciso de você
Com qualquer humor, com qualquer sorriso
Hoje só tua presença
Vai me deixar feliz
Só hoje

Inesquecível

Ás vezes me pergunto se
Eu viverei sem ter você
Se saberei te esquecer
Passa um momento e eu já sei
Você é o que eu quero ter
Inesquecível para amar
Mais que uma história pra viver
O tempo parece dizer
Não, não me deixe mais
Nunca me deixe
Quanto mais longe possa estar
É tudo o que eu quero pensar
Não, não me deixe mais
Porque eu te quero aqui
Inesquecível em mim
Ouço sua voz e a alegria
Dentro de mim faz moradia
Vira tatuagem sob a pele
Te levo sempre em meu olhar
Não canso de te procurar
Entre meus lábios sinto a falta de você
E assim, profundamente meu
Pra que pensar que existe adeus
Não, não me deixe mais
Nunca me deixe
Já não preciso nem dizer
O quanto eu me apaixonei
Não, não me deixe mais
Nunca me deixe
E vou dizer porque
Se existe céu
você sempre será
Inesquecível para amar,
oh não!
Não, não
Não, não me deixe mais
Nunca me deixe
Inesquecível é você
Digo então mais uma vez
Não, não me deixe mais
Nunca me deixe . . .
Não, não me deixe não
Não, não me deixe
Nunca me deixe
Nunca me deixe ...
Não, não !
Não, não me deixe mais
Não, não me deixe mais
Nunca me deixe
Se eu não tiver você
Agora e sempre vai estar
Preso em meus olhos
Inesquecível em mim

Canção Lógica

Eu amo, tu amas, ele ama...

Teus olhos são duas sílabas
Que me custam soletrar,
Teus lábios são dois vocábulos
Que não posso,
Que não posso interpretar.

Teus seios são alvos símbolos
Que vejo sem traduzir,
São os teus braços capítulos
Que podem,
Que podem me confundir.

Teus cabelos são gramáticas
Das línguas todas do amor,
Teu coração – tabernáculo
Muito próprio,
Próprio de ilustre cantor.

O teu caprichoso espírito,
Inimigo do dever,
É um terrível enigma
Ai! que nunca,
Que nunca posso entender!

Teus pezinhos microscópicos,
Que nem rastejam no chão,
São leves traços estéticos
Que transtornam,
Que transtornam a razão!

Os preceitos de Aristóteles
Neste momento quebrei!
Tendo tratado dos píncaros,
Oh! nas bases,
Nas bases me demorei.

Quem Inventou o Amor?

Quem inventou o amor?
Só pode ser alguém com poder supremo,
alguém capaz de diferenciar os sentimentos,
capaz de mudar o mundo com um simples gesto.
Quem inventou o amor?
Só pode ser alguém especial,
alguém único, capaz de inundar corações com emoção,
com desejos de reparação.
Quem inventou o amor?
Só poderia mesmo ser nosso Deus, nosso Pai.
Capaz de criar um mundo com tantas perfeições,
que só mesmo o homem para danificá-lo com suas más intenções.
O amor é perfeito, a vida é perfeita,
só depende de quais são olhos que a vê,
de quais são os corações que a sente.
Ame!
Pois o amor é gratuito!